quarta-feira, 21 de julho de 2010

Engenharia de Controle e Servo

Pessoal,

Para quem esta cursando a matéria de Engenharia de Controle e Servomecanismo, o professor recomendou o Livro "Engenharia de Controle Moderno" do Ogata.

Procurando pela internet encontrei o livro digitalizado e um arquivo com a resolução dos exercícios também.

Para quem não tem $$ com eu para comprar o livro, que alias está R$179,00 nas americanas.com, os arquivos caem muito bem ;)

Segue os arquivos:

Resolução dos exercícios:


O livro completo:


E para complementar a ementa de aula e as ferramentas utilizadas durante a matéria, segue uma apostila de Matlab:


Abraços.


O INTERNET EXPLORER 8 DÁ DICAS DE SEGURANÇA PARA VOCÊ SAIBA MAIS!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Gradiente Strike - LP

Pessoal acabei de reformar um Gradiente Strike como o da imagem abaixo:

O coitado estava em cacos, mas ficou novo, amanha posto as fotos do antes e do depois.

Mas o principal motivo de arrumar este aparelho é para utilizar o seu toca disco. DISCO????, sim disco.

Pra quem gosta e conhece um pouco sobre música, sabe quais são as vantagens de ouvir uma músiquinha em disco de vinil.

Alias, você sabe como é feito um disco de vinil?




Aqui tem a descrição do que é feito, não é a tradução do video acima, mas o processo é o mesmo:

1. Tudo começa com um disco de alumínio lisinho de 35 cm de diâmetro e 2 mm de espessura. Esse disco de alumínio passa por uma esteira e recebe um banho de acetato de celulose, uma substância mole parecida com um esmalte preto. O resultado é um disco de alumínio revestido de acetato

2. O disco revestido é colocado no torno de gravação. Enquanto ele roda, uma agulha minúscula de diamante vai cortando as faixas em espiral na superfície. O movimento do braço da agulha é dado pelos impulsos elétricos da música já gravada no estúdio em fitas magnéticas ou arquivos digitais, o que o faz vibrar levemente e deixar irregularidades microscópicas no disco

3. O produto é chamado de disco master de acetato, que já contém as faixas com as músicas gravadas, mas é muito frágil para ser lido por uma agulha normal de toca-discos. Então, o master de acetato é metalizado

4. O heavy metal começa a rolar quando o disco leva um esguicho de cloreto de estanho, que o torna grudento para outros metais. Em seguida vem um esguicho de prata líquida, depois um mergulho em um banho de níquel, que se funde com a prata e forma uma camada de metal duro. Essa camada é separada do master de acetato, que é descartado

5. O master de metal formado no processo, como "nasceu" do molde de acetato, contém a música em suas faixas. A diferença é que as faixas estão em alto-relevo, e não na forma de sulcos. Mas ainda não é o produto final: a peça de metal é, em seguida, colocada em um prensa

6. Embaixo dela, entra a gosma de vinil derretido. A prensa aperta o disco de metal contra o vinil derretido com cerca de 100 toneladas de força e a 193 ºC. As faixas em alto-relevo do disco de metal são transpostas para o vinil, que, depois de achatado, seca e vira um disco! Cada peça de metal prensa milhares de cópias. O excesso de vinil das bordas é cortado e a bolacha está pronta

E o mais legal de tudo é como o disco funciona, no proximo post falamos disso

Até +

quarta-feira, 7 de julho de 2010

IR2110 - O Cara!!!

Dando continuidade ao post anterior, hoje vamos falar do CI IR2110.

Como já foi dito, quando utilizado MOSFET em uma Ponte H, temos um problema para saturar os MOSFETs superiores da ponte.
Uma das formas de resolver este problema, é utilizar o CI IR2110.
O IR2110 é responsável por 'referênciar' o Source do MOSFET superior de modo a saturalo, quando a tensão minima entre Gate(G) e Source(S) forem aplicadas.


Como se pode obsevar na imagem, o IR2110 é muito fácil de ser usado, porem o mesmo só atua em um lado da Ponte H, sendo necessário dos CIs para acionar uma Ponte H completa.

Para o capacitor de VB - VS eu utilizei um eletrolítico de 100uF/16V e para o Vcc - COM e VDD - VSS  não coloquei os capacitores como descrito no DataSheet, e tudo funcionou legal ;)

Quanto aos pinos de entrada HIN e LIN são as entradas de sinal para acionar a Ponte H. VDD é a alimentação lógica do circuito, SD e VSS em GND e VCC com 12V, os quais são necessários para alimentar os MOSFETs superiores da Ponte H.

Quando dois circuitos como o descrito forem acionados simultaneamente por um sinal PWM, deve se observado os sinais aplicados.
Pode não estar muito claro o que é o sinal PWM aplicado na entrada do IR2110, mas o objetivo deste post é mostrar o circuito completo da Ponte H e a utilização do IR2110.
Sobre PWM falamos no proximo post.

Até +

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Mosfet para que mesmo? (2)

Dando continuidade ao post sobre MOSFET, venho agora falar sobre a utilização deste componente no meu circuito.

Pois bem, agora que já foi falado sobre o componente utilizado na placa de potência, vou mencionar sobre o artificio utilizado para controlar a velocidade e sentido do motor.

Pois bem, o que foi utilizado é a chamada Ponte H.
Como se pode observar, o nome Ponte H se dá pelo formato que as chaves são ligadas em relação ao motor, formando um H.

A funcinalidade da ponte H se descreve da seguinte forma:
  1. Ao acionar a chave S1 e S4, o fluxo de corrente faz o motor rodar no sentido da primeira imagem da figura abaixo.
  2. Ao acionar a chave S2 e S3, o fluixo de corrente faz o motor rodar no sentido da segunda imagem da figura abaixo.
  3. Acionando S1 e S2 ou S3 e S4, temos um curto da fonte, por isso não podemos realizar esta ação.
O que foi feito no projeto do controle de velocidade, foi trocar as chaves por MOSFET e realizar o seu chaveamento pelo microcontrolador.
Mas tem um probleminha nesta estrutura de Ponte H quando utilizamos MOSFET.

Observe a imagem acima e perceba o seguinte:
A referência dos MOSFETs Q2 e Q4 é feita no 0V, por tal motivo, basta inserir 5V em seu Gate para o MOSFET esteja conduzindo por completo.
Porem, os MOSFETs Q1 e Q3 não tem referência, o que torna invalido aplicar 5V em seu Gate, pois não havera uma diferente de tensão entre Gate e Source e por tal motivo o MOSFET não vai saturar.

O necessário aqui é fazer um circuito capaz de saturar o MOSFET superior da Ponte H. Como tudo na eletrônica, temos muitas formas de fazer isso, algumas delas são:
  1. Um circuito com BJT que aplique a tensão necessário nos MOSFETs superiores da Ponte H
  2.  Utilizar o CI HIP4081 http://association.arobas.free.fr/doc/HIP4081-an9325.pdf
  3. Utilizar o CI IR2110, que foi o utilizado.
Mas sobre isso a gente fala no proximo post.


Ate +

sábado, 3 de julho de 2010

Aulas de monitoria

Caros amigos, é com prazer que venho informar que estarei todo sábado das 8:00 as 12:00 na UTP para ministrar aulas de monitoria aos alunos de Cálculo 2.
Minha ideia é postar em tempo real as dúvidas do pessoal aqui no blog, para servir como futura fonte de pesquisa e também para agregar conteúdo.
Por fim fica o convite para que o pessoal  não se acanhe e compareça as aulas, farei o possível para ajudar.
Maiores informações sobre datas e local da realização das aulas estarei postando em breve.
Até +

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Mosfet para que mesmo?

Para todos que um dia pensam em desenvolver um robô, um carrinho de controle remoto, ou simplesmente um controle de velocidade para motores :), tem um problema em comum.

Como que eu vou fazer para alimentar um motor 12V puxando 20A de corrente, sendo que meu microcontrolador fornece 5V de saída e 100mA de corrente?

Esta é uma pergunta que pode ter muitas respostas, podemos ir desde o acionamento do motor por relê, passando pelo transistor BJT até a utilização do MOSFET.
E esta ultima opção foi a que eu utilizei no projeto, justamente pela facilidade de integração do sinal enviado pelo microcontrolador e também porque era a matéria dada na aula de eletrônica IV.

Não vou falar sobre a construção do MOSFET, nem quando surgiu e tudo mais, sobre isso tem muita coisa na internet, http://www.dee.feb.unesp.br/~alceu/Grupo06.pdf e fica a cargo do leitor buscar maiores informações.

O MOSFET que utilizei em meu projeto foi o IRF540, http://www.datasheetcatalog.org/datasheet/stmicroelectronics/9387.pdf, pois como o motor utilizado pelo sistema não consumia mais que 10A de corrente e o preço do MOSFET não passava de R$4,00, sua utilização foi de muito bom tamanho ao projeto.
No post de hoje não vou entrar em detalhes de como utilizei o MOSFET no projeto, vou esperar um pouco para que os leitores tenham tempo de pesquisar sobre o assunto.
Porem vamos começar a definir as etapas:
Sensor -> Microcontrolador -> Mosfet -> Motor
Hummmmm acho que ta faltando alguma coisa no meio disso tudo, mas o que será?

Até +

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Sensor IR da SHARP

Pessoal, hoje vou falar do sensor que utilizei no projeto apresentado no final deste semestre.
O sensor utilizado foi o Sharp GP2Y0A21YK.




Como pode ser observado no data sheet, este sensor converte a distância do objeto que esta em sua frente a uma saída analógico que varia entre 3.1V a 10cm até 0.4V a 80cm.
A sua utilização é muito simples, basicamente é alimentar com 5V e pronto, você já consegue saber a distância que o objeto está de seu sensor. Fácil não???
No projeto eu coloquei a saída deste sensor em uma das entradas analógicas do microcontrolador, fiz umas contas e pronto, o PWM estava lá pronto para ser utilizado. Pena não ser tão simples assim :)
Mas isso a gente vê mais a frente...